sábado, 26 de maio de 2012

Quer ser reconhecido pelo seu trabalho?




Sabe quem são Washington Olivetto, Nizan Guanaes, Alexandre Gama?

Eles são grandes publicitários, que deixam seus nomes todos os dias na história, fazendo a gente rir e se emocionar. 
Quer tentar ser como eles?
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sábado, 28 de abril de 2012

Uma idéia criativa na cabeça e uma não solução na prática

Olá queridos leitores, o post de hoje fala de alguns aspectos bem comuns em nosso dia-a-dia enquanto publicitários, diretores criativos, diretores de arte ou simplesmente designers gráficos: o cuidado com o menos é mais e até quando um anúncio pode ter "o direito" de ser criativo. Sabemos que o design em todas as suas formas e com o passar dos anos - assim como as escolas de arte - obtiveram características que retratassem a sociedade e principalmente o que costumaria ser tendência. Por uma questão didática e de organização, tais tendências tornaram-se "movimentos" e com isso em nossos estudos podemos observar o evoluir das idéias em aspectos visuais, áudio-visuais, etc. Porém diferentemente de uma peça "encaixada" em uma escola de arte, em nossa publicidade de cada dia, uma peça deve partir do princípio básico do design: "solucionar problemas". Uma peça gráfica não é arte, pois uma arte é feita para ser apreciada "sem data de validade", já uma peça gráfica não! A peça gráfica é feita para solucionar o problema de nosso cliente e conseqüentemente, suprir a necessidade da campanha em questão. Pois bem, nosso século é o XXI e o apogeu de "menos é mais" cada dia nos consome em reuniões de brainstorms com longas durações e nos deixa de certa forma até apreensivos, pois: "como comunicar algo com tantas ferramentas existentes e utilizando o minimalismo possível sem cair no bizarro"? Solução? Não sei, existe!? Abaixo mostro alguns exemplos de peças publicitárias que podem sim ser julgadas como criativas mas que tornaram-se bizarras pois não supriram a necessidade do cliente e claramente chegou até à afastá-los.
Criativas? Sim! Possuem uma boa direção de arte? Excelente! Porém, todas bizarras, alguém mais - assim como eu - sentiu "agonia" ao deparar-se com tais anúncios? O fato é, venho manifestar-se para dividir com vocês essa experiência e dizer que devemos pensar não apenas em idéias criativas, mas sim, em primeiro lugar: idéias que supram a necessidade dos principais interessados: nosso cliente e o cliente dele, para então assim, não cometermos erros bobos, afinal, tudo torna-se custos investidos positivamente ou negativamente. Pensem nisso assim como nós da INOVE pensamos diariamente! Filipe Costa Presidente - Inove Agência Jr. Twitter: @filipecostaa