domingo, 2 de novembro de 2008

CICARELLI

Não adianta. Depois que descobriram a internet e seu poder ninguém, N-I-N-G-U-É-M tem mais sossego, paz e ainda menos, privacidade. Se tira daqui, põe ali, se tira dos dois, chega no seu e-mail. Falo isso porque esse vídeo foi postado no Youtube e segundos depois foi retirado, a mando de sabe lá Deus quem.
Sem mais nem meio mais, nosso top publicitário comanda um dos maiores barracos já vistos.
Apertem o play e assistam. Eu sei que vocês adoram um enxame.
         
           Se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho come.

O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?

Em meio a crises econômicas, ou você patina de vez e no olho do furacão se entrega, ou então antes de você virar/ser dono de um muquifo-empresa-bureau algo pra chamar de seu, você aprende com grandes homens que nem sempre 2+2 é 4, e que esperar sentado, nem é tão ruim assim. Abaixo, Samuel Klein, em conversa com Guilherme Barros, da Folha de S.Paulo.
A crise ainda não abalou as vendas nas Casas Bahia, mas a empresa já está tomando providências para não ser surpreendida, no futuro.

Uma das medidas tomadas foi suspender as compras dos fornecedores que estão reajustando preços em razão da alta do dólar.

O objetivo de Michael Klein, diretor-executivo das Casas Bahia, é não frear as vendas. Mesmo com a crise, ele mantém aposta de atingir a meta de R$ 14 bilhões de faturamento neste ano, R$ 1 bilhão acima do registrado em 2007.

Nos últimos dias, Klein afirma que vários fornecedores começaram a subir os preços de seus produtos usando o argumento da alta do dólar. Os reajustes vão de 10% a 30%, dependendo do peso do componente importado.

Klein revela que só está trabalhando com fornecedores que mantêm seus preços.


O empresário diz que as vendas das Casas Bahia não foram afetadas pela crise, pelo menos por enquanto: "A crise ainda não chegou aqui".

A empresa não só mantém os preços como também as mesmas condições de financiamento - taxa de juros e prazo de pagamento.

De qualquer forma, Klein afirma que vai esperar assentar a poeira para fazer o planejamento da empresa para 2009. 

"O mercado ainda está se comportando de forma irracional. Não há condições de planejar nada para 2009", diz Klein. "O melhor é esperar o mercado assentar para planejar qualquer coisa."

Segundo Klein, o que ele observa, é que as empresas que não se endividaram, não dependem de dinheiro de fora nem de capital de giro dos bancos estão trabalhando normalmente, como é o caso das Casas Bahia. 
Esse sim é um bom velhinho.

MONTANHA RUSSA

* A Natura está eliminando 200 postos de trabalho, dentre os quais três na diretoria, 36 na gerência e mais coordenadores e analistas de área, a maior parte na fábrica de Cajamar (SP). Esse é o maior corte de pessoal em números relativos já realizado pela empresa, 100 pessoas terão de sair da empresa.  
Alessandro Carlucci, diretor-presidente da fabricante de cosméticos, garante, no entanto, que os cortes não estão relacionados com a crise econômica global. "Não é uma demissão motivada pela crise ou diminuição de vendas, ao contrário", engana-se. Segundo ele, foi o crescimento da empresa que fez surgir a necessidade de uma reestruturação na organização administrativa da companhia.
O plano de reestruturação começou a ser elaborado no fim de 2007. A empresa decidiu mudar sua estrutura, baseada em áreas (departamentos de venda, de marketing, produção, inovação etc) para adotar um modelo de "unidades de negócios". Elas vão funcionar com mais autonomia, menos centralização e mais foco. Serão como pequenas empresas dentro de uma maior, que é a Natura."  As demissões começaram a ser comunicadas esta semana. 

* Os principais fabricantes mundiais de celulares estão preparados com vendas natalinas possivelmente fracas e quedas ainda maiores na demanda, em 2009.

No terceiro trimestre, o setor registrou globalmente desaceleração do crescimento: apenas a Samsung Electronics avançou significativamente em participação de mercado, por meio de cortes de preços. No começo do mês, a Nokia, maior fabricante mundial de celulares, previu crescimento de 13,5% do mercado como um todo no quarto trimestre, pouco abaixo do total de anos recentes.

* A empresa de telefonia Oi registrou lucro líquido de R$ 246 milhões no terceiro trimestre do ano, uma queda de 61,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a receita líquida cresceu 7,1%, totalizando R$ 4,753 bilhões.  A Oi explicou que a queda do lucro reflete maiores despesas financeiras por conta da alta do dólar no período e eventos não recorrentes que elevaram o resultado do terceiro trimestre de 2007. 

* A empresa de alimentos Sadia, que recentemente anunciou perdas de R$ 760 milhões com operações de câmbio, informou nesta quarta-feira (29) ter registrado prejuízo de R$ 777,4 milhões no terceiro trimestre de 2008. No acumulado do ano, graças aos lucros do 1º semestre, as perdas são de R$ 442,6 milhões, de acordo com comunicado divulgado pela empresa. O faturamento chega a R$ 3,2 bilhões, entre julho e setembro.Apesar das perdas, a Sadia informa que seu plano de investimentos de R$ 1,6 bilhão será mantido para 2008. Até o fim do ano, afirma a Sadia, serão contratados outros 1,5 mil funcionários, o que elevará seu quadro para 63 mil pessoas. Por conta das perdas com operações de câmbio, alguns executivos deixaram a Sadia. A empresa então tirou da semi-aposentadoria o ex-ministro do Desenvolvimento Luiz Fernando Furlan, que teve uma longa carreira na empresa, colocando-o na presidência do Conselho de Administração.

* Apesar de a audiência da Globo não viver momentos de picos, setembro e outubro foram os dois melhores meses da história da Rede Globo, em termos de faturamento publicitário.  Já o período que vai de janeiro a setembro é o mais robusto desde o ano 2000, com crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Em números, a emissora registrou cerca de R$ 5,5 bilhões de faturamento. 

* A Africa comunica o desligamento de 12 funcionários, de um total de 230 pessoas que trabalham na empresa. Em comunicado, a agência informa que a decisão faz parte de um ajuste da empresa ao novo momento da economia global.