sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Princesas da Disney tamanho GG - Por: @filipecostaa



A artista plástica norte-americana Aly Bellissimo criou imagens de Cinderela, Branca de Neve e outras mocinhas de histórias infantis com alguns quilos extras.

Os personagens da Disney já viraram estilistas famosos, inspiraram maquiagens e agora é a vez de ganharem uma versão plus size. A artista plástica norte-americana Aly Bellissimo criou desenhos em que as princesas de histórias infantis aparecem com alguns quilinhos a mais.

Nas imagens, publicadas pelo blog Cartoon Brew, Cinderela, Branca de Neve, Bela (de A Bela e a Fera) e Jasmine (de Aladdin) posam com seus modelitos típicos – só que em tamanho GG.

A artista é responsável pelo Creepy Miranda, um blog que conta histórias bem humoradas sobre uma garota gordinha.


FONTE: REVISTA CRIATIVA

POST BY: FILIPE COSTA

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cinco princípios para um bom design


O designer americano Joshua Porter publicou no Bokardo uma lista com cinco princípios de design que todos deveriam seguir, mas que infelizmente é difícil de encontrar em 90% dos endereços que visitamos cotidianamente.

Eis os cinco pontos destacados por Porter:

  • A tecnologia serve ao homem
  • Design não é arte
  • A experiência pertence ao usuário
  • O bom design é invisível
  • Simplicidade é a última palavra em sofisticação

Como se vê, não há nenhuma novidade ou nada que não tenha sido dito anteriormente. A grande questão é: por quê ainda é tão difícil encontrar projetos que possam ser classificados como ótimos na web?

O que Porter argumenta é que se uma pessoa não consegue usar determinada interface, a culpa é da interface que não é simples o suficiente, e não do usuário.

Ele fala ainda que arte é uma expressão subjetiva, enquanto design é projeto, é algo para ser usado. O ponto é que o produto é feito para ser utilizado, e não para ser admirado, como uma obra de arte.

O que leva a um termo bastante usado lá fora, mas que na visão dele é equivocado: o design da experiência do usuário. Ora, se o designer cria a interface, a interação, porém a experiência pertence ao usuário.

Voltando à questão do design “artístico”, o quarto princípio fala que o ótimo design é invisível. Aqui parte-se do princípio que quando algo funciona bem, como um Gmail, por exemplo, nem reparamos no design do produto.

Quando algo dá errado, entretanto, fica bastante óbvio para os usuários como o design é ruim e está prejudicando a conclusão de uma tarefa.

Simplicidade

Se design não é algo para ser admirado e deve passar o mais desapercebido possível, pode-se concluir que simplicidade é a última palavra em sofisticação.

Aqui chegamos de volta ao que o Nielsen falava lá no começo da web, a prática da simplicidade. Esqueçam as aberturas em Flash, o uso de Ajax para mostrar um texto, músicas, etc. Corte tudo o que for desnecessário, inclusive no texto. Assim os produtos terão uma significativa melhora como um todo.

Não defendo esse ponto de vista radicalmente. Na minha opinião, estética agrega valor na medida em que nós trabalhamos melhor em um ambiente em que nos sentimos confortável. Todavia há claramente, na grande maioria dos sites, um desequilíbrio entre estética e usabilidade. E isso é algo que precisa ser revisto urgentemente.

Postado originalmente no blog "Fator W"

@marina_lima

domingo, 5 de setembro de 2010

Dica: "Apenas o fim" - Por: @filipecostaa



Já tinha ouvido falar que o nosso cinema atualmente estava passando por uma ótima fase. Eis que nesse fim de semana resolvi conferir o que estava acontecendo de tão bom em nossa cena, e resolvi alugar algum lançamento nacional apenas por mérito experimental. Me deparei com o filme: "Apenas o fim", do diretor Matheus Souza de apenas 20 anos. O filme faturou diversos prêmios e prova que baixo orçamento não é uma barreira para quem tem uma idéia original e realmente interessante.

Jovem, com diálogos simples, porém gostoso de ser assistido, Apenas o Fim mostra os últimos momentos da relação de um jovem casal. A menina (Érika Mader) decide, meio à toa, abandonar a cidade e, por consequencia, o namorado (Gregório Duvivier). O filme se passa nesse dia. A mise-en-scène é crua e improvisada. Mas a graça dos diálogos acaba por compensar a falta de elaboração cinematográfica. Absolutamente naturais, os dois protagonistas mantêm uma conversa em ritmo veloz, moldada quase como jogo de perguntas e respostas.

Para quem curte um filme nada clichê, fica a minha dica!
Até a próxima!!

@filipecostaa ^^